Jacques Herzog e a extensão do Tate Museum
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Talvez o aspecto mais interessante do projeto seja o evidente gesto de descolamento entre aquela pele exterior de forma piramidal e as suas massas internas de definição mais racional - uma abordagem que parece ter ressonância com outros trabalhos recentes da dupla Herzog e De Meuron. Este vazio intersticial é usado como espaço apropriável pelos visitantes, enfatizando uma ideia de conexão e proximidade do público ao edifício. O resultado é quase arcaico na expressão daqueles planos de alvenaria de tijolo, revelando um sentido forte de materialidade e contraste com o exterior. O novo Tate Modern parece questionar afinal a própria natureza da forma, destacando-se da imagem limpa e fluída de uma certa arquitetura contemporânea de ambição icônica.
fonte: http://www.adforum.com.br/conteudo_detalhe.asp?Pagina=&C=11&Chave=&CodConteudo=489&P=
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